Qual a necessidade do amor na vida de um indivíduo? Todas as pessoas sentem o mesmo tipo de amor? O seu amor é validado? São essas as questões que rondam o espetáculo teatral Não Sei o Que, Amor.
Analisando o processo de inclusão midiática de pessoas queer, há um ressalte perceptível em execuções dramáticas que propagam a incapacitação do lado afetivo, a hipersexualização e o final infeliz das relações LGBTQ+. Este projeto vem em contrapartida, cobiçando promover um diálogo reflexivo com o público, inquietando o comodismo nas dinâmicas das relações contemporâneas através de um texto que dialoga com o amor e suas temáticas, complicações e variedades. Separado em três atos, os atuantes presentes em cena utilizam da linguagem teatral épica para aproximar o público, mesmo que em diferentes vivências, com um tom de ironia crítica.